Porteiro nega ter filmado ou presenciado agressões contra cão Orelha

Trabalhador afirma sofrer ameaças e punições profissionais após repercussão do caso em Florianópolis

O porteiro envolvido nas investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha divulgou uma nota oficial nesta quinta-feira, 29 de janeiro, para negar qualquer envolvimento direto no episódio. Através de sua defesa, o profissional afirmou categoricamente que não filmou e não testemunhou as agressões contra o animal na Praia Brava, contrariando informações que circularam em redes sociais. Segundo o documento, sua atuação limitou-se a relatar à administração do condomínio situações de algazarra envolvendo adolescentes, cumprindo suas atribuições rotineiras de vigilância.

A nota destaca que o trabalhador possui mais de 13 anos de atuação sem intercorrências, mas passou a enfrentar constrangimentos severos após o caso. Entre as medidas relatadas pela defesa estão advertências, imposição compulsória de férias e ameaças atribuídas a familiares de suspeitos. O advogado Marcos Vinícius de Assis dos Santos reforçou que o porteiro está sendo indevidamente exposto como testemunha ocular de um fato que não presenciou, o que compromete sua segurança e integridade no ambiente de trabalho.

Diante das violações relatadas, a defesa informou que adotará as medidas judiciais cabíveis para preservar os direitos trabalhistas e a intimidade do porteiro. Enquanto isso, a investigação sobre a morte do cão Orelha permanece sob a responsabilidade da Polícia Civil de Santa Catarina. O inquérito corre sob sigilo judicial, conforme determinado pela legislação vigente, para apurar as circunstâncias exatas do crime e identificar os responsáveis.

Informações Jornal Razão.

GC

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