A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) negou, nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, qualquer responsabilidade sobre a proliferação atípica de insetos nos bairros Guarani e Praia Zona Norte, em Capão da Canoa. A manifestação ocorre após o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) instaurar um procedimento para investigar as causas ambientais e os impactos do problema na saúde pública. A companhia garantiu que a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Guarani opera em plena normalidade e com manutenções preventivas rigorosamente em dia.
Em nota oficial, a Corsan destacou que realiza inspeções diárias e a desinfecção regular do efluente tratado, assegurando que não há registros de extravasamentos ou evidências técnicas que liguem a unidade ao foco de insetos. O esclarecimento atende a uma solicitação da promotora de Justiça Marina Lameira, que também acionou a Vigilância Sanitária municipal para vistorias técnicas. O prazo para o envio dessas informações à promotoria encerrou-se na última quinta-feira.
O Ministério Público deverá agora analisar os dados técnicos fornecidos pela companhia e pelos órgãos municipais para decidir sobre possíveis medidas administrativas ou judiciais. A Corsan reforçou que permanece à disposição para vistorias conjuntas com as autoridades competentes. Enquanto a investigação prossegue, moradores da região aguardam soluções para a infestação que atinge o Litoral Norte neste período de verão.








