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Itamaraty desaconselha viagens a 11 países após ataque ao Irã

Ministério divulga contatos de embaixadas e orientações de segurança para brasileiros no Oriente Médio

O Ministério das Relações Exteriores emitiu neste sábado, 28 de fevereiro, um alerta consular orientando brasileiros a evitarem viagens a 11 países do Oriente Médio, após a escalada militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

Segundo o comunicado, a medida foi adotada “à luz da recente escalada das tensões no Oriente Médio”, diante do agravamento do conflito na região.

A recomendação é que cidadãos brasileiros não se desloquem para:

Para brasileiros que já se encontram nesses países, o Itamaraty orienta atenção redobrada e cumprimento rigoroso das recomendações das autoridades locais.

Em caso de bombardeios ou ataques aéreos, a orientação é buscar imediatamente o abrigo mais próximo. Quem estiver na rua deve procurar estações de metrô, viadutos ou estacionamentos subterrâneos. Em residências, a recomendação é permanecer em cômodos internos, com ao menos duas paredes entre a pessoa e a área externa do prédio, mantendo portas e janelas fechadas.

O ministério também aconselha evitar permanecer na linha de visão do céu, priorizar áreas internas da estrutura e procurar abrigo antes de utilizar aplicativos de mensagens ou realizar chamadas telefônicas. Outra recomendação é manter reserva de água, enchendo banheiras ou recipientes grandes.

Entre as orientações gerais estão:

Em caso de cancelamento de voos, o cidadão deve procurar a companhia aérea para remarcação.

De acordo com o Itamaraty, situações de emergência consular são aquelas que envolvem risco imediato à vida, à segurança ou à dignidade de cidadãos brasileiros no exterior.

Contatos de emergência

Caso brasileiros nos 11 países enfrentem dificuldades, o Ministério das Relações Exteriores recomenda contato com as representações consulares:

Condenação oficial

O governo brasileiro também condenou os ataques contra o Irã, classificando a ofensiva como fator de agravamento da instabilidade regional e risco à paz no Oriente Médio.

A operação foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e contou com a participação de Israel. O Irã afirmou que a ação violou sua soberania e iniciou retaliações contra alvos na região, elevando a tensão internacional.

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