Mauro Cid se aposenta do Exército aos 46 anos com salário de R$ 16 mil

O Exército Brasileiro confirmou a aposentadoria antecipada do tenente-coronel Mauro Cid, que passará para a reserva a partir do dia 2 de março. A medida foi formalizada na última sexta-feira, 20 de fevereiro, por meio de portaria assinada pela Diretoria de Assistência ao Pessoal da Força. O militar utilizou o mecanismo da cota compulsória, instrumento que permite a passagem para a inatividade antes do prazo regular, após completar 29 anos e 11 meses de serviços prestados.
Aos 46 anos, Cid não atingiu o tempo necessário para a aposentadoria integral, mas manterá vencimentos estimados em R$ 16 mil mensais, além de benefícios assegurados aos militares. Como parte do processo de desligamento da ativa, o oficial deverá desocupar o imóvel funcional que utiliza em Brasília em um prazo de até 90 dias. A movimentação ocorre em meio ao cumprimento de sua pena de dois anos de prisão em regime aberto, resultado de um acordo de delação premiada.
Apesar da aposentadoria, o ex-ajudante de ordens segue submetido a restrições judiciais determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Cid está proibido de deixar Brasília, de utilizar redes sociais e de manter contato com outros investigados, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O militar também deve respeitar o recolhimento domiciliar noturno e durante os fins de semana, embora tenha recebido autorização recente para a retirada da tornozeleira eletrônica.
Deseja que eu prepare um resumo das principais restrições judiciais que Mauro Cid ainda deve cumprir?





