Suspeito de matar freira de 82 anos no Paraná alega ter ouvido vozes

O homem preso pelo assassinato da freira Nadia Gavanski, de 82 anos, afirmou em depoimento à Polícia Civil neste domingo, 22 de fevereiro, que vozes o ordenaram a cometer o crime. Segundo o relato do suspeito, ele consumiu crack e álcool durante a madrugada de sábado e invadiu o convento após pular o muro da propriedade. A vítima foi abordada no momento em que alimentava galinhas, sendo empurrada e asfixiada pelo agressor após um breve confronto verbal.

Embora o relatório da Polícia Militar aponte que o corpo da idosa apresentava nítidos sinais de agressão, o suspeito negou ter desferido golpes na cabeça da vítima. Ele alegou ainda que não tinha a intenção de furtar objetos do local, sustentando que a motivação foi exclusivamente psicológica. A investigação busca agora confrontar a versão do detento com os laudos periciais que determinarão a causa exata da morte da religiosa, que era figura conhecida na comunidade de Ivaí.

O crime chocou a região central do Paraná pela brutalidade e pela vulnerabilidade da vítima. O suspeito permanece detido e a Polícia Civil trabalha para esclarecer se houve auxílio de terceiros ou se o homem agiu inteiramente sozinho. O caso segue sob investigação rigorosa para confirmar se a asfixia mencionada no depoimento condiz com os vestígios encontrados na cena do crime e no corpo de Nadia Gavanski.

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