A investigação sobre o desaparecimento de Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e de seus pais, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, ganhou um novo e preocupante capítulo. Vestígios de sangue foram localizados na residência de Silvana, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, durante trabalho pericial realizado nesta semana. O material foi recolhido e encaminhado para análise no Instituto-Geral de Perícias (IGP).
Segundo a Polícia Civil, o sangue foi encontrado no banheiro e em uma área externa nos fundos do imóvel, além de outros vestígios genéticos e impressões digitais. Apesar disso, os peritos não identificaram sinais de luta corporal nem indícios de encenação no local, o que aumenta a complexidade do caso. A apuração trata o desaparecimento como crime, e mais de dez pessoas já foram ouvidas, incluindo o ex-marido de Silvana.
As equipes também realizaram perícia na casa dos pais e em dois veículos da família, onde não foram detectados vestígios de violência, apenas impressões digitais compatíveis com o uso cotidiano. O desaparecimento teve início após Silvana publicar, em janeiro, mensagens nas redes sociais sobre um suposto acidente de trânsito — fato que depois foi descartado pela polícia. Desde então, nenhum dos três foi localizado, e as principais linhas de investigação apontam para homicídio ou cárcere privado, mantendo o caso entre os mais angustiantes e sem resposta no Rio Grande do Sul.








