A corrida presidencial de 2026 no Brasil já começa a ganhar forma, com nomes definidos como pré-candidatos à Presidência da República. As candidaturas, no entanto, só serão oficializadas em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral.
Até o momento, o cenário indica uma disputa com diferentes perfis políticos, incluindo nomes já consolidados e estreantes na corrida presidencial.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O atual presidente é pré-candidato à reeleição e pode disputar seu quarto mandato, algo inédito no país. Esta será a sétima eleição presidencial de Lula. As pesquisas mais recentes o colocam na liderança no primeiro turno e em empate técnico no segundo.
Flávio Bolsonaro (PL)
Apontado como principal nome da oposição, o senador foi escolhido pelo pai, Jair Bolsonaro, para disputar o Planalto. Defende a anistia aos condenados pelos atos após as eleições de 2022 e aparece em segundo lugar nas pesquisas, empatando com Lula em cenários de segundo turno.
Ronaldo Caiado (PSD)
Atual governador de Goiás, foi escolhido pelo partido após disputa interna. Deve deixar o cargo para cumprir a regra de desincompatibilização. Se apresenta como alternativa à polarização, embora também defenda a anistia a Bolsonaro. Nas pesquisas, aparece com cerca de 4% das intenções de voto.
Romeu Zema (Novo)
Empresário e ex-governador de Minas Gerais por dois mandatos, renunciou ao cargo para disputar a Presidência. É um nome mais recente no cenário nacional e registra entre 2% e 3% nas pesquisas.
Renan Santos (Missão)
Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), disputa sua primeira eleição presidencial. Seu partido, o Missão, é uma legenda recente. Aparece com 1% a 2% nas intenções de voto.
Aldo Rebelo (Democracia Cristã)
Político experiente, foi deputado, presidente da Câmara e ministro em governos anteriores. Hoje se posiciona de forma crítica à esquerda e representa a Democracia Cristã. Também tem 1% a 2% nas pesquisas.
Contexto da disputa
A eleição de 2026 ocorre em um cenário ainda marcado pela polarização política, principalmente entre o campo liderado por Lula e o grupo ligado à família Bolsonaro.
Outros nomes podem surgir até a oficialização das candidaturas, já que os partidos ainda precisam confirmar seus representantes nas convenções.
O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, com eventual segundo turno previsto para o fim do mesmo mês.
* Com informações de CNN Brasil.








