O governo investiu R$ 29,4 milhões em obras concluídas nas escolas estaduais entre janeiro e início de março de 2026. O valor médio por instituição passou de mais de R$ 1,8 milhão. Os trabalhos tiveram fiscalização da Secretaria de Obras Públicas (SOP).
As melhorias foram executadas em 16 escolas de 12 municípios. A maior parte do valor investido – R$ 16,7 milhões – beneficiou estabelecimentos indígenas:
- R$ 9,8 milhões para a Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental (EEIEF) Gomercindo Jete Tenh Ribeiro, em Tenente Portela;
- R$ 3,7 milhões para a EEIEF na Comunidade Indígena Kaingang por Fi, em São Leopoldo;
- R$ 2,9 milhões para a EEIEF Coronel Geraldino Mineiro, em Redentora;
- e R$ 353,3 mil para a EEIEF Tupe Pan, em Porto Alegre.
“Estamos enfrentando duas dívidas do Rio Grande do Sul com a educação. Primeiro, voltar a fazer investimentos reais. Não se trata de reparos pontuais e muitas vezes insuficientes: estamos transformando as escolas com grandes recuperações, o que se vê pela média de valor destinado a cada instituição”, afirma a secretária de Obras Públicas, Izabel Matte. “Segundo, estamos mudando a realidade do ensino indígena com construções de qualidade para essas comunidades.”
No Instituto de Educação (IE) Cristóvão de Mendoza, em Caxias do Sul, e no IE Assis Brasil, em Pelotas, foram concluídas etapas das recuperações gerais em andamento. Na escola caxiense, terminaram as reformas do ginásio e do auditório, com investimento de R$ 5,9 milhões nessa fase. Ao todo, a instituição receberá R$ 30 milhões. Já na pelotense, os reparos finalizados somaram R$ 1,9 milhão, dentro de um total de R$ 8,5 milhões destinados à escola.
As obras mostram que o Rio Grande do Sul está diferente. Antes, só era possível realizar manutenções pontuais com aportes pequenos. Agora, o valor destinado a cada escola aumentou significativamente e garante amplas renovações dos prédios escolares.








