Morreu neste domingo, 17 de maio, o piloto de helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Monteiro Marques, de 46 anos. O comandante, que atuava no Serviço Aeroespacial da Coordenadoria de Recursos Especiais (SAER/Core), estava internado em estado grave no Hospital São Lucas, em Copacabana. De acordo com informações divulgadas por sua esposa na última quinta-feira, 14 de maio, o quadro de saúde do agente vinha se complicando em decorrência de uma infecção.
Felipe foi baleado na cabeça por um tiro de fuzil durante uma ação na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio, ocorrida no ano de 2025. Na ocasião, a Polícia Civil realizava uma etapa da Operação Torniquete para desmantelar uma quadrilha especializada em roubo e desmanche de vans. O profissional passou por diversas cirurgias, perdeu cerca de 40% do crânio e chegou a utilizar uma prótese na região afetada, tendo recebido alta médica no fim do ano passado antes da nova internação.
Até o momento, as autoridades prenderam apenas um dos suspeitos de participar do ataque contra a aeronave da corporação. Douglas Fernando Lúcio da Silva, de 33 anos, foi detido em Santíssimo um mês após o crime, enquanto os demais envolvidos continuam foragidos.
