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Buscas em Canoas terminam sem localizar corpos da família Aguiar

As buscas pelos corpos de Silvana de Aguiar, de 48 anos, e dos pais dela, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira de Aguiar, 70, foram encerradas sem localização nesta terça-feira, 30 de junho, em Canoas. A operação foi realizada após uma denúncia anônima indicar uma área de mata nas proximidades da Estrada do Paquetá, antiga Rua da Prainha, no bairro Mato Grande, entre a via e a BR-448.

Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil e da Brigada Militar iniciaram os trabalhos por volta das 10h e contaram, no início da tarde, com o apoio de uma cachorra farejadora. Mesmo com a varredura no local, nenhum corpo foi encontrado, e a ação terminou por volta das 15h15min. Segundo a polícia, diversas informações sobre possíveis pontos de ocultação já foram recebidas desde o início da investigação, mas a denúncia desta terça-feira não se confirmou.

Moradores de Cachoeirinha, Silvana e os pais estão desaparecidos desde os dias 24 e 25 de janeiro. A investigação considera remotas as chances de encontrá-los com vida e trata o caso como feminicídio e duplo homicídio. O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, ex-marido de Silvana, que segue preso. A atual companheira dele, Milena Tainá Ruppenthal Domingues, e o irmão, Wagner Domingues Francisco, também são réus e respondem ao processo em liberdade.

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