Ícone do site Studio Notícias | Studio TV

Pai doa parte do fígado e salva filho com doença genética rara

Pai doa parte do fígado e salva filho com doença genética rara - Studio TV

Pai doa parte do fígado e salva filho com doença genética rara

Um pai decidiu doar parte do próprio fígado para salvar o filho pequeno, diagnosticado com uma doença genética rara e grave. Agora, a família Carstens se prepara para comemorar o primeiro aniversário da cirurgia bem-sucedida, que mudou a vida do pequeno Benjamin.

Benjamin Carstens nasceu no fim de 2024 e, pouco tempo depois, recebeu o diagnóstico de deficiência de ornitina transcarbamilase (OTC), condição rara que impede o organismo de eliminar corretamente a amônia do corpo.

Sem o tratamento adequado, o acúmulo da substância pode causar complicações graves. Diante do quadro, os médicos explicaram à família que, nos casos mais severos, o transplante de fígado pode ser a única possibilidade de cura definitiva.

Por causa da gravidade da doença, Benjamin passou boa parte dos primeiros meses de vida internado. Foi então que o pai, Brian Carstens, morador de Port Washington, em Nova York, decidiu passar por uma série de exames para saber se poderia ser doador vivo do filho.

A resposta foi positiva: Brian era compatível.

“Não tive dúvida. Se eu pudesse doar para salvá-lo, eu faria”, afirmou o pai em comunicado divulgado pela equipe médica. O transplante foi realizado em agosto e teve resultado bem-sucedido.

A deficiência de OTC afeta o chamado ciclo da ureia, mecanismo responsável por eliminar o excesso de nitrogênio do organismo. Quando esse processo não funciona corretamente, a amônia pode se acumular no sangue e provocar complicações importantes.

Hoje, Benjamin está feliz, saudável e em plena recuperação após o transplante. A história emocionou pessoas nas redes sociais e gerou uma corrente de apoio à família.

Além de celebrar a recuperação do filho, Brian e os familiares passaram a defender a importância da doação de órgãos em vida, em parceria com a equipe médica do Hassenfeld Children’s Hospital, ligado à NYU Langone.

Fonte: Só Notícia Boa

Sair da versão mobile