A produtora GOUP Entertainment negou publicamente, nesta quarta-feira, 13 de maio, ter recebido recursos do empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para a realização do filme Dark Horse. A manifestação ocorre após reportagens sugerirem que empresas ligadas ao empresário teriam movimentado R$ 61 milhões relacionados ao projeto. Em nota oficial, a empresa afirmou categoricamente que não consta “um único centavo” proveniente de Vorcaro ou de suas sociedades no quadro de financiadores da obra.

A empresa esclareceu que o longa-metragem foi estruturado integralmente por meio de investimento privado, sem a utilização de verbas públicas. A produtora ressaltou que a legislação dos Estados Unidos resguarda a identidade de investidores protegidos por acordos de confidencialidade, mas reiterou que eventuais tratativas com empresários não configuram efetivação de aporte financeiro. A nota técnica reforça que conversas e apresentações de projetos não podem ser interpretadas como transferência de capital ou participação societária.

Ao repudiar as tentativas de associação com as polêmicas envolvendo o Banco Master, a GOUP Entertainment declarou que o projeto permanece pautado pela legalidade e transparência perante as autoridades. A produtora classificou as acusações como associações indevidas desprovidas de comprovação documental ou contratual. O filme, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, segue seu cronograma de produção enquanto a empresa se coloca à disposição para prestar esclarecimentos adicionais à imprensa.