Micoses graves terão três novos medicamentos para tratamento no SUS
O Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou três novos medicamentos para o tratamento de micoses graves, que antes eram de alto custo e inacessíveis para a maioria da população.
Os novos medicamentos são o voriconazol, o isavuconazol e a anidulafungina, e são usados para combater infecções endêmicas e perigosas, que podem levar à morte.
O investimento total para a incorporação dos medicamentos é de mais de R$ 36 milhões.
Perigo das micoses
As micoses são infecções causadas por fungos, que podem afetar a pele, as unhas, os cabelos, os órgãos internos e até mesmo o sistema nervoso central.
Se não tratadas e controladas, as micoses podem evoluir para infecções graves, atingindo órgãos internos e levando à morte.
Além disso, as escamações na pele deixadas pelos fungos em situações de micoses, podem favorecer a entrada de bactérias nas feridas da pele.
Novos medicamentos
Os três novos medicamentos incorporados pelo SUS são:
- Voriconazol: é recomendado para pacientes com aspergilose invasiva, uma infecção que ocorre quando o fungo filamentoso do gênero Aspergillus entra no organismo por meio da inalação de esporos com baixa imunidade.
- Isavuconazol: é usado para combater a mucormicose, uma infecção de alta letalidade que pode ser causada por exposição a fungos presentes em resíduos orgânicos em decomposição.
- Anidulafungina: é considerado um medicamento revolucionário para o tratamento de pacientes com candidemia e outras formas de candidíase invasiva.
Com informações de Só Notícia Boa.
