Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026 e emite alerta para o Carnaval
Saúde orienta foliões a evitarem contato físico prolongado com pessoas que apresentem lesões ou feridas na pele

A Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre confirmou, nesta segunda-feira, 16 de fevereiro, o primeiro diagnóstico de mpox do ano na capital. O paciente contraiu a infecção fora do Rio Grande do Sul, mas reside na cidade, que registrou 11 casos da doença ao longo do ano passado. Com a proximidade das festividades carnavalescas, a Vigilância Epidemiológica intensificou as diretrizes de prevenção para evitar a propagação do vírus em ambientes de aglomeração.
A transmissão da mpox ocorre prioritariamente pelo contato direto com lesões de pele, secreções respiratórias ou saliva. Especialistas recomendam que os cidadãos realizem uma autoinspeção antes de sair para as festas, buscando por bolhas ou erupções em áreas como mãos, pés, boca e genitais. Caso algum sinal seja identificado, a orientação é cobrir as feridas, utilizar máscara e procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica.
Durante os blocos e eventos, as autoridades reforçam que a principal medida é evitar o contato íntimo ou físico prolongado com indivíduos que apresentem sinais suspeitos. Além disso, é fundamental não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, e manter a higienização constante das mãos com álcool em gel 70%. Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça e cansaço, seguidos pelo surgimento das lesões cutâneas, com período de incubação que pode chegar a 21 dias.






