A morte da corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas, em Santa Catarina, revelou um histórico doloroso na família: o pai dela também foi vítima de latrocínio, crime que envolve roubo seguido de morte. A informação foi compartilhada pelo irmão, que destacou a coincidência de ambos terem sido mortos aos 47 anos, mesmo intervalo de idade que separa os dois casos.

As investigações indicam que o assassinato de Luciani teria sido motivado por interesse financeiro, com suspeitos tentando se beneficiar de seus bens após o crime. A polícia identificou compras realizadas pela internet usando o CPF da vítima, além de mensagens enviadas do celular dela com erros incomuns, o que despertou a desconfiança da família. Três pessoas foram presas, incluindo a responsável pela pousada onde ela morava, um vizinho e a companheira dele.

O desaparecimento foi registrado após dias sem contato, algo considerado atípico pela família, que mantinha comunicação frequente com a corretora. Posteriormente, o caso evoluiu com a localização do corpo e a confirmação da identidade. Enquanto a investigação continua, os animais de estimação da vítima foram encontrados e devolvidos aos familiares, em meio à comoção gerada pelo caso e à busca por justiça.