A partir de 2026, o Instituto Nacional do Seguro Social passou a adotar de forma definitiva um modelo automatizado para a prova de vida de aposentados e pensionistas, reduzindo a necessidade de comparecimento presencial. Agora, o próprio órgão verifica se o beneficiário está ativo por meio do cruzamento de informações registradas em serviços públicos e privados.

Entre as ações que podem confirmar automaticamente a situação do segurado estão tomar vacina pelo SUS, renovar a carteira de motorista, votar em eleições, acessar o portal Gov.br ou realizar operações com biometria, como empréstimos consignados. Caso o sistema identifique alguma dessas atividades dentro de um período de até dez meses, a prova de vida é considerada válida sem qualquer ação adicional do beneficiário.

Se nenhum registro for localizado nesse intervalo, o INSS envia um aviso ao segurado, abrindo um prazo de 60 dias para regularizar a situação. Se não houver resposta, o benefício pode ser bloqueado e, posteriormente, suspenso. O órgão também alerta que nunca solicita senhas, fotos de documentos ou dados pessoais por mensagens, reforçando que consultas e procedimentos devem ser feitos apenas pelos canais oficiais.