Anvisa proíbe suplemento Artro100 e suspende lotes de creatina em gomas por irregularidades

Agência determinou a retirada imediata do mercado de um suplemento de origem desconhecida e suspendeu lotes de creatina mastigável após identificar problemas na composição e na rotulagem

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibição do suplemento alimentar em cápsulas Artro100, produzido por empresa de origem desconhecida. A decisão foi publicada nesta quinta-feira, 25 de junho, no Diário Oficial da União e impede a venda, distribuição, fabricação, divulgação e uso do produto em todo o país.

Segundo a Anvisa, o suplemento apresenta origem e composição indeterminadas, além de ser divulgado com alegações terapêuticas irregulares, prometendo combater inflamações, fortalecer articulações, aliviar desconfortos e melhorar a mobilidade.

A agência reforça que suplementos alimentares não podem ser anunciados como produtos destinados à prevenção, tratamento ou cura de doenças, prática proibida pela legislação sanitária brasileira.

Com a medida, o Artro100 deve ser retirado de circulação, e a recomendação é que os consumidores não utilizem o produto.

Além da proibição do Artro100, a Anvisa também determinou a suspensão da comercialização, distribuição, divulgação e consumo dos lotes 0061.02.2026, 0367.11.2025 e 0012.01.2026 do suplemento alimentar de creatina em gomas mastigáveis sabor uva verde, fabricado pela empresa Idn Labs Indústria Farmacêutica & Food Supplements Ltda.

De acordo com a agência, o recolhimento foi comunicado voluntariamente pela própria empresa após a identificação de teor de creatina fora dos limites estabelecidos.

A Anvisa também constatou irregularidades na rotulagem, incluindo o uso de alegações não autorizadas, divergências sobre a identificação do fabricante e outras inconformidades que comprometem a conformidade regulatória do produto.

Os consumidores que adquiriram os lotes suspensos devem interromper imediatamente o consumo e acompanhar os canais oficiais da empresa e da Anvisa para obter informações sobre o recolhimento.

Fonte: Visor Notícias e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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