Exército realiza exercício de defesa cibernética às vésperas das eleições de 2026
Operação Guardião Cibernético reuniu 1,3 mil participantes e simulou ataques digitais contra serviços essenciais; alertas sobre possíveis interferências externas são atribuídos à Abin e a especialistas ouvidos pela Agência Brasil
O Exército Brasileiro coordenou, entre segunda-feira, 21 de setembro, e sexta-feira, 25 de setembro, a oitava edição do exercício Guardião Cibernético, realizado às vésperas das eleições gerais de 2026.
Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, a atividade reuniu cerca de 1,3 mil participantes, distribuídos por Brasília e outras seis capitais, entre elas São Paulo, Recife, Curitiba e Manaus. O exercício contou ainda com aproximadamente 300 organizações e representantes de 14 países.
A iniciativa teve como objetivo simular ameaças cibernéticas e testar a capacidade de resposta de instituições públicas e privadas diante de ataques que possam comprometer serviços essenciais à população.
De acordo com o Exército, foram reproduzidos cenários de ataques complexos e coordenados para avaliar procedimentos, aperfeiçoar planos de contingência e identificar soluções destinadas a ampliar a resiliência cibernética do país.
Exercício envolveu setores de infraestrutura crítica
Participaram da atividade representantes das Forças Armadas, órgãos governamentais, entidades reguladoras e operadores de setores considerados estratégicos, como energia, abastecimento de água, telecomunicações e sistema financeiro.
O treinamento ocorreu em meio a discussões sobre segurança digital no período eleitoral. Conforme reportagem da Agência Brasil, especialistas e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vêm tratando de riscos potenciais de interferência estrangeira e ataques cibernéticos relacionados ao processo eleitoral.
Ainda segundo a Agência Brasil, um relatório atribuído à Abin, divulgado anteriormente pela imprensa, apontou preocupação com a possibilidade de influência ou interferência externa nas eleições brasileiras. A avaliação mencionada no documento representa uma análise de risco do órgão e não constitui comprovação de que uma interferência esteja ocorrendo.
A reportagem também citou análises de especialistas sobre possíveis ações cibernéticas capazes de afetar sistemas digitais e computacionais durante o período eleitoral.
Segurança cibernética segue no centro das atenções
A realização do Guardião Cibernético busca ampliar a integração entre diferentes instituições e fortalecer protocolos de resposta diante de incidentes digitais.
Segundo o Exército, o exercício permite testar a cooperação entre órgãos públicos e privados e aprimorar medidas preventivas para proteger infraestruturas e serviços essenciais.
Como a consulta a fontes externas em tempo real não está disponível nesta conversa, as informações acima foram organizadas exclusivamente a partir do conteúdo fornecido e das atribuições presentes na reportagem.
Fonte: Agência Brasil, com informações do Exército Brasileiro
