Segundo o Portal Diário da Manhã de Passo Fundo, a Polícia Civil identificou os dois homens presos na Operação Etios, desencadeada nesta quarta-feira (10), em Carazinho.

Além do indivíduo morto em confronto com a polícia, identificado como Mateus Mariano Soares, um dos 17 presos que escaparam do Presídio Regional de Passo Fundo (PRPF) em janeiro deste ano, os policiais detiveram ainda outros dois homens.

Um deles foi identificado como Fabrício Rodrigues e Silva, de 35 anos, que ficou ferido em um confronto com a polícia, sendo socorrido e encaminhado para atendimento no Hospital de Caridade de Carazinho (HCC). Até a publicação desta notícia, o homem seguia internado, mas não estava em estado grave.

Outro homem preso na ação foi Alisson Kutzleb Rodrigues, de 27 anos. Após ser preso na casa onde ele e o grupo estavam, o indivíduo foi conduzido à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para registro da ocorrência.

Conforme a PC, todos os três homens, incluindo o morto em confronto com a polícia, são foragidos do sistema prisional. As buscas por, ao menos, outros dois homens seguem na localidade de Mata Cobra, interior de Carazinho.

‘Extremamente violento’, diz delegado sobre bandido morto em confronto com a polícia em Carazinho

O criminoso morto em confronto com policiais em Carazinho nesta quarta-feira (10) era conhecido dos órgãos de segurança pública do Rio Grande do Sul.

Mateus Mariano Soares, era um dos 17 presos que escaparam do Presídio Regional de Passo Fundo (PRPF) em janeiro deste ano.

O homem é apontado pela PC como o ‘mentor intelectual’ da fuga em massa da unidade prisional. “É um indivíduo extremamente violento. Era investigado por um latrocínio em Farroupilha, roubos a banco na região. Ele estava arregimentando novas forças, se capitalizando”, disse o delegado Jader Duarte, que coordenou a operação que resultou na morte do indivíduo.

O delegado revelou que Mateus Mariano Soares era também investigado por diversos crimes nos últimos dois meses, sempre assaltos à mão armada: roubo de veículos, a residências, a banco e comércio.

Ele era um dos líderes da quadrilha que estava escondida no interior de Carazinho, conforme a investigação.

Segundo a polícia, Mateus Mariano Soares tinha mais de 20 anos de prisão para cumprir por diversos crimes.