Dia do caminhoneiro: a fé de quem está todo o dia na estrada
Dia 25 de julho é conhecido como o dia do caminhoneiro, profissional muito importante para a sociedade, visto que, é graças a esse trabalhador que os produtos, alimentos e demais materiais necessários para o cotidiano das pessoas, chega na casa dos cidadãos, todos os dias.
Por que dia 25 de julho?
No dia 25 de julho não se comemora exatamente o dia do caminhoneiro, mas sim o dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas.
A história desse santo é muito antiga, remetendo ao século III depois de Cristo. Reprobus (seu nome antes de ser santificado) aceitou a tarefa de ajudar pessoas a cruzar um rio perigoso. Certo dia, enquanto fazia a travessia do rio com uma criança, sentia que ela ficava cada vez mais pesada, “como se o mundo inteiro estivesse sobre seus ombros”. Ao chegar do outro lado, a criança revelou ser, na verdade, O Criador do Mundo. Daí vem, inclusive, seu nome: Cristóvão, aquele que carrega Cristo.
Por ter ajudado na travessia, passou a ser padroeiro dos viajantes em geral e é venerado em diversos países e até diversas religiões.
Todo os dias na estrada: o trabalho e a fé
Muitos são os trabalhadores que passam, todos os dias, nas estradas, trabalhando, buscando seu sustento e sendo motor da sociedade. A reportagem da Studio conheceu a história de um caminhoneiro e duas caminhoneiras, pessoas que de diferentes formas vivem no cotidiano a saudade de casa, os sacrifícios, mas também, o amor pela profissão.
Franciele Marchioro Boschi – oito anos de profissão
Franciele, mais conhecida como Franci, está a oito anos na estrada. Ela afirmou que desde pequena sempre teve amor pelos caminhões e sonhava em trabalhar, um dia, como caminhoneira. A motorista tem a companhia nas estradas de seu marido, o qual também trabalha na profissão.
Franci participou da série de entrevistas “Mulheres que inspiram”, por sua força e determinação, servindo de exemplo para outras moças que buscam realizar seus sonhos.
Relembre a entrevista com Franci
Leinor Angelo Pertile – 30 anos na estrada
Leinor, apelidado de Dé, trabalhou toda a sua vida como caminhoneiro. Desde muito jovem ele começou nesse ramo, primeiro em comércio de frutas e varejo e, atualmente, com transporte de grãos. Devoto de São Cristóvão é um exemplo de fé na estrada e na profissão, a qual garantiu durante toda a sua trajetória sustento e alegria.
Bruna Zardo – quatro anos de profissão
Bruna é outro exemplo de força feminina nas estradas. Ela que dirige há três anos um caminhão e já foi motorista de ônibus por um ano, sempre aparece muitos sorridente nas fotos, demonstrando amor pelo trabalho que desempenha.











