Nesta segunda-feira (06), a Secretária de Educação, Izabel Cristina Durli Menin, falou sobre a situação das escolas municipais diante do Coronavírus e a implementação de novas ferramentas para dinamizar o ensino, em entrevista à Studio.

Segundo ela, pesquisas feitas pela SMED afirmam que 72% dos alunos acessam as plataformas, principalmente a Aprende Mais. As aulas remotas, entretanto, possuem um saldo de adesão ainda mais positivos, sendo de 97% a 99% de famílias que estão acessando. Em relação às atividades retiradas presencialmente, cerca de 99% dos familiares estão fazendo a retirada para os alunos realizarem os exercícios em casa. Os diagnósticos apontam, ainda, que a grande maioria acessa as aulas e os recados escolares pelos celulares dos pais, que estão sendo mediadores da aprendizagem neste momento. Izabel afirma que, diante destas pesquisas pode-se observar quais os seguintes passos que devem ser feitos para melhorar o ensino em meio a pandemia.

Mesmo que a adesão seja grande pela comunidade e a grande maioria das crianças esteja tendo acesso a estas novas modalidades de ensino, há uma parcela que ainda está com dificuldade em ser assistida. Sendo assim, Izabel atesta que o olhar para estes alunos está sendo feita de perto, ou seja, os educadores estão deslocando-se até as casas destes discentes e buscando entregar as atividades. Este mesmo olhar está sendo feito para os alunos da educação especial, em que busca-se auxiliar as famílias para que o desenvolvimento do ensino possa ser feito dentro de casa. O trabalho, concluiu, segue sendo feito pensando em todos, para que cada pessoa seja assistida.

Em relação às aulas síncronas e assíncronas que serão implementadas com telas interativas, nas próximas semanas, para as escolas municipais, a Secretária afirma que é resultado de um processo de testagens sendo feitas desde março. Atestou, junto a isso que o movimento neste momento é necessário, para que a realidade seja diagnosticada e possam ser tomadas as decisões mais prudentes.

No momento há apenas uma tela interativa em execução, para ver se o trabalho vai ser efetivo, se vai funcionar e para treinar os professores, para que depois seja pensada uma implementação efetiva e em maior quantidade.

Confira a entrevista completa