Pedreiro confessa estupro e morte de menina desaparecida há 10 anos em Mato Grosso
Segundo o Portal O Bom da Notícia, está sendo realizado nesta quinta-feira (10), as buscas pelos restos mortais da menina Sara Fogaça Paim, que tinha 5 anos quando desapareceu.
A Polícia Civil de Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá) que coordena as buscas, após 10 anos do desaparecimento de Sara, ocorrido em no dia 1º de junho de 2010, revela que só possível chegar a conclusão sobre a morte da menor após confissão de um pedreiro de 58 anos, que revelou nesta terça-feira (08), tê-la estuprado, matado e enterrado.
Ele trabalhava, na época, em uma obra próximo ao local onde a criança desapareceu.
A confissão do pedreiro ocorreu após sua prisão e, de acordo com o delegado de Sorriso, responsável pelo caso, André Ribeiro, foi decretada a prisão temporária do assassino de Sara.
Conforme os detalhes dados pelo homicida, Sara brincava com mais três crianças próximo ao miniestádio, quando teria sido raptada.
Ele estaria de bicicleta e ofereceu uma carona para Sara, que aceitou, subindo na garupa. Foi quando ele a levou até a obra onde estava trabalhando por volta das 16h. Onde a estuprou e como ela gritava muito, apertou o seu pescoço até matá-la asfixiada.
O homicida ainda detalhou que colocou o corpo de Sara dentro de um saco de estopa e enterrou próximo ao local. E epois do assassinato foi para Mato Grosso do Sul e, recentemente, retornando à Sorriso.
Conforme o delegado, na época em que ocorreu o crime, há 10 anos, o local era cheio de terrenos baldios, monde hoje foram levantadas várias casas e prédios.
Nesta última quinta, o assassino levou a polícia ao local onde disse ter enterrado a vítima, que continua um ‘espaço a esmo’. Ainda que já tenha sofrido várias intervenções. Assim, o delegado André Ribeiro adianta sobre a possibilidade de que os restos mortais de Sara não sejam encontrados.
O caso
O padrasto de Sara chegou a ser preso 6 meses após o crime e ficou 15 dias na prisão.
A prisão foi solicitada à época após uma testemunha procurar a Polícia e dizer que viu a menina na garupa da bicicleta do padrasto no dia do desaparecimento.
Mas apesar do padrasto negar todas as acusações terminou detido, mas sem provas para mantê-lo na prisão, acabou meses mais tarde sendo solto.
Durante as investigações, foi cogitada até a possibilidade do padrasto ter trocado a criança por drogas e também de tê-la rapto.
