O responsável pela Paróquia Sagrado Coração de Jesus, padre Gilmar Marchesini, esclareceu que a interrupção da missa ocorrida na Igreja Matriz de Farroupilha na sexta-feira, 8 de maio, não foi um ato de intolerância religiosa. Segundo o sacerdote, o homem que acessou o altar apresentava sinais visíveis de transtornos mentais e possível dependência química. A prioridade da paróquia durante o incidente foi garantir a segurança dos fiéis e a integridade do próprio envolvido, que foi encaminhado para atendimento médico especializado após a confusão.

O episódio aconteceu momentos antes de uma celebração especial de Dia das Mães, que reunia grande público, incluindo alunos e professores do Colégio Nossa Senhora de Lourdes. Marchesini ressaltou que, apesar do susto e da apreensão gerada entre os presentes, não houve feridos ou atos de violência. O pároco reforçou a necessidade de compreensão por parte da comunidade, tratando o caso como uma questão de saúde pública e assistência social, e não como um ataque deliberado à fé católica.

A paróquia destacou que a segurança da Igreja Matriz tem sido uma preocupação constante devido à sua localização central, ao lado de uma praça com alta circulação. Nos últimos anos, o templo recebeu investimentos em câmeras de monitoramento e melhorias na iluminação para proteger fiéis e visitantes. Marchesini concluiu reiterando que a igreja busca agora informações sobre o estado de saúde do homem, reforçando o compromisso da instituição com o respeito e o apoio aos mais necessitados na região da Serra Gaúcha.

Informações Spaço FM.