Perícia descarta crime em incêndio na igreja de Flores da Cunha
Laudo aponta falha elétrica como causa mais provável das chamas que atingiram o templo em maio.
O incêndio que atingiu a igreja de Flores da Cunha em 25 de maio de 2026 não teve origem criminosa, conforme conclusão apresentada pela Polícia Civil nesta quinta-feira, 2 de julho, durante coletiva na Delegacia de Polícia do município. A perícia não encontrou sinais de ação intencional, o que afasta a possibilidade de que o fogo tenha sido provocado deliberadamente.
A principal hipótese apontada no laudo envolve uma falha na rede elétrica, possivelmente causada por sobrecarga e seguida de curto-circuito. Entre os elementos analisados, os peritos registraram que o disjuntor do sistema estava desligado no momento da avaliação, informação que passou a compor a análise técnica sobre as circunstâncias do incêndio.
Também foi constatado que a empresa responsável pela instalação e manutenção elétrica mantinha documentação e equipamentos em conformidade. A perícia identificou ainda uma intervenção realizada na fiação da igreja em 2013. Com a ausência de indícios de crime, o inquérito segue para os trâmites finais de encerramento, sem previsão de indiciamento.
