A Polícia Federal concluiu processo administrativo e decidiu pela demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por excesso de faltas não justificadas, segundo informações divulgadas nesta semana.

A decisão é de natureza administrativa e está relacionada ao vínculo funcional do ex-deputado com a corporação. O procedimento analisou registros de frequência, justificativas apresentadas e as regras aplicáveis ao serviço público.

A demissão administrativa não representa condenação criminal. O interessado tem direito aos recursos previstos e pode questionar o ato pelos meios administrativos ou judiciais disponíveis.

Eduardo Bolsonaro estava afastado da atividade policial durante o período em que exerceu mandato parlamentar. A situação funcional passou a ser examinada após o encerramento do mandato.

A publicação do ato e eventuais recursos deverão seguir os procedimentos oficiais. Novas informações dependem da divulgação pela Polícia Federal ou pela defesa do ex-parlamentar.

Fonte: Polícia Federal e Rádio Gaúcha.