O veranense Jeferson Picetti é um talento local fazendo parte de um projeto organizado pelo renomado professor, pesquisador e consultor de moda, Mário Queiroz. A reportagem da Studio conversou com o Jefe para conhecer um pouco mais sobre seu trabalho e projeto.

O designer

Jeferson Picetti, de 23 anos, é natural de Veranópolis, entretanto, mora a mais de três anos em Caxias do Sul. O jovem é formado em Design de Moda pela UniFtec e, atualmente, trabalha na área de design gráfico e design em geral.

O projeto

Mário Queiroz, referência no mundo da moda, lançou o projeto #fiqueemcasaecrie, ainda no mês de março. O trabalho selecionaria 19 criadores que pudessem pensar, diante da provocação, como será a moda pós-pandemia.

Jeferson “caiu de paraquedas” neste projeto, isto porque, segundo ele, ficou sabendo da sua existência e decidiu participar quando o prazo de inscrição estava acabando. Mesmo em meio a estes “desencontros”, o designer serrano foi selecionado em meio a diversos outros candidatos espalhados pelo Brasil.

Após ser selecionado, imediatamente começou o processo de produção. O desenvolvimento do projeto, feito sob orientação do próprio Mário, perpassou todo mês de maio e terminou no início de junho.

A coleção de Jeferson: “o que você teria feito diferente?”

Diante da provocação, o designer organizou sua coleção a partir da série Dark, da Netflix, e criou um universo a partir da temática “o que você teria feito diferente”, em que o COVID-19 não teria sido combatido em nenhuma parte do mundo. A partir deste ponto inicial, ele pensou em como seriam estas pessoas nesta realidade, principalmente os militantes que observavam a negligência do governo diante desta situação.

Basicamente o foco foi “pensar nestes ativistas e como seriam as roupas deles em meio ao caos”, concluiu. Sete looks foram criados.

Confira o trabalho completo clicando aqui.

A felicidade e gratidão de participar deste trabalho

Jefe afirmou ter ficado muito feliz por ter sido selecionado. Além disso, disse ser muito grato por todas experiências que vivenciou e por todo o processo de aprendizagem que este projeto proporcionou. Junto a isso, a gratidão é pelo fato de todo o reconhecimento, proporção e reconhecimento que a coleção ganhou.