Em uma ação conjunta realizada na manhã desta quinta-feira (13), a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Irmandade. A operação teve como objetivo combater um grupo criminoso atuante no tráfico de drogas e na associação para o tráfico, com foco principal na modalidade de tele-entrega.

Resultado da Operação:

  • 16 pessoas presas: Foram detidas 16 pessoas envolvidas com o tráfico de drogas, incluindo os dois irmãos líderes da quadrilha.
  • Drogas apreendidas: A operação resultou na apreensão de uma significativa quantidade de drogas, incluindo:
    • 3,5 kg de maconha
    • 3,25 kg de cocaína
  • Outros materiais apreendidos: Além das drogas, a operação também apreendeu diversos outros materiais utilizados pela quadrilha, como:
    • Balanças de precisão
    • Dinheiro
    • Um revólver
    • Celulares
    • Sete veículos
  • Medidas cautelares: Ao todo, foram cumpridas 84 medidas cautelares durante a operação, incluindo:
    • Prisões preventivas
    • Prisões temporárias
    • Mandados de busca e apreensão
    • Bloqueios de 24 contas bancárias
  • Municípios abrangidos: A Operação Irmandade abrangeu sete municípios do Rio Grande do Sul:
    • Canoas
    • Porto Alegre
    • Sapucaia do Sul
    • Arroio dos Ratos
    • Charqueadas
    • Palmares do Sul
    • Além disso, mandados de busca e prisão também foram cumpridos em dois presídios do estado.

Investigação e desarticulação da quadrilha:

As investigações que culminaram na Operação Irmandade tiveram duração de oito meses. Durante esse período, diversos traficantes da quadrilha já haviam sido presos e um laboratório de drogas foi desativado em dezembro de 2023. Com base nas informações obtidas e utilizando ferramentas de investigação qualificadas, a equipe da Draco conseguiu identificar e prender diversos outros membros da quadrilha, culminando na operação deflagrada nesta quinta-feira.

Combate ao tráfico de drogas:

O Delegado Gustavo Bermudes, responsável pela Draco, ressalta a importância do combate permanente ao tráfico de drogas, um crime que gera diversos outros delitos, como homicídios, furtos, roubos e receptação. “Enquanto o tráfico de drogas estiver presente nas ruas de Canoas, a Draco continuará a repressão qualificada, prendendo os autores e descapitalizando o grupo”, afirma o delegado.

O Diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana de Canoas, Delegado Cristiano Reschke, destaca que a atuação da Draco está em linha com a estratégia traçada pela Chefia de Polícia para combater o tráfico de drogas nas áreas de maior incidência, visando reduzir os índices criminais no município.

Participação da comunidade:

A Polícia Civil ressalta a importância da participação da comunidade no combate ao crime. Diversos canais estão disponíveis para o recebimento de denúncias anônimas, que podem ser feitas de forma sigilosa e segura.

Ação conjunta:

A Operação Irmandade contou com a participação de aproximadamente 200 policiais civis, além do apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Polícia Civil do Tocantins.