O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal investigue uma suspeita de vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso envolvendo Lulinha.

A apuração deverá esclarecer como informações protegidas pela investigação chegaram à imprensa e verificar se houve eventual participação de agentes públicos ou de outras pessoas que tinham acesso ao procedimento.

O sigilo em investigações tem como objetivo preservar diligências, provas e os direitos das pessoas investigadas. Caso seja constatado compartilhamento irregular de informações, os responsáveis poderão estar sujeitos a consequências nas esferas administrativa, civil ou criminal.

A investigação sobre o possível vazamento não substitui nem antecipa conclusões sobre o procedimento principal. As pessoas mencionadas no caso permanecem com direito à ampla defesa e à presunção de inocência durante a apuração.